Cigana Fátima Amaya

terça-feira, 3 de junho de 2014

BANHO DE LIMPEZA




No período em que a Lua mingua no céu, prepare uma panela grande com água, se for da chuva melhor! Ao ver brotar nela as borbulhas da fervura, ponha devagar e com muito desejo de conseguir se livrar de tudo que está lhe fazendo mal: alecrim (as suas folhas como agulhas ou pequenas espadas vão destruindo tudo que encontram no caminho!); hortelã (esta plantinha amorosa de Vênus tem prazer em lhe abrir os caminhos!); e quando tudo já estiver com a energia das verdes folhas,(verde: a cor da cura!) apague o fogo, destampe bem a panela para que o ar energize o seu banho e na hora em que, após se deliciar com um banho físico (aproveite para passar um óleo hidratante de oliva), for usar o banho, jogue um punhado de sal grosso nele e jogue tudo por cima de você. 




                              
SALVE CIGANOS DA PAZ!
QUE A LUZ ILUMINE TODOS SEUS CAMINHOS!

segunda-feira, 31 de março de 2014

Oração Poderosa a Santa Sara

Oração a Santa Sara SARA, SARA, SARA, fostes escrava de José de Arimatéia, no mar fostes abandonada - pedir para que não nos abandone:


Amor, saúde, dinheiro, felicidade... teus milagres no mar sucederam e como santa te tornastes, a beira do mar chegastes e o "CIGANOS" te acolheram, SARA, Rainha, Mãe dos Ciganos ajudaste e a te eles consagraram como sua protetora e mãe vinda das águas. SARA mãe dos aflitos, a te imploro proteção para o meu corpo, luz para meus olhos enxergarem até no escuro (pedir força para os seus olhos, vidência), luz para o meu espírito e amor para todos os meus irmãos: brancos, negros, mulatos, enfim a todos os que me cercam. Aos pés de Maria Santíssima, tu, SARA me colocarás e a todos os que me cercam para que possamos vencer as agruras que a terra nos oferece. SARA, SARA, SARA, não sentirei dores nem tremores, espíritos perdidos não me encontrarão e assim como conseguistes o milagre do mar, a todos que me desejarem mal, tu com as águas me fará vencer (quando a pessoa não está bem e querendo resolver algo muito importante beber três goles de água). SARA, SARA, SARA, não sentirei dores nem tremores, continuarei caminhando sem para assim como as caravanas passam, no meu interior tudo passará e a união comigo ficará e, sentirei o perfume das caravanas que passam deixando o rastro de alegria e felicidade, teus ensinamentos deixarás. Amai-nos SARA, para que eu possa ajudar a todos que me procurem, ajudados pelos poderes de nossos irmãos Ciganos, serei alegre e compreensivo(a) com todos os que me cercam. Corre no Céu, corre na Terra, corre no Mundo e SARA, SARA, SARA estará sempre na minha frente, sempre atrás, do lado esquerdo, do lado direito. E assim dizemos: somos protegidos pelos Ciganos e pela SARA que me ensinará a caminhar e perdoar. Reze 3 Ave Marias (1ª para SARA, 2ª para os Ciganos e a 3ª para você)

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Simbologia Celtica


Estudar simbologia é essencial para compreendermos um pouco mais sobre cada cultura. Símbolos existem muitos, de fato. Mas é evidente que o real significado de cada um deles, muitas vezes, chega até nós de forma demasiada distorcida - e não são raros os casos em que isso acontece.

A simbologia céltica é muito interessante, uma vez que seus símbolos há muitos séculos carregam em si um poder incrível, em todos os sentidos. Hoje, podemos aprender sobre esse poder e utilizá-lo, compreendendo seu real significado.

Vejamos alguns deles:




Triskelion:


Um termo grego que significa "três pernas", e, portanto, este sinal é muito parecido com três pernas correndo.
O significado do símbolo celta aqui é adequado, porque este símbolo representa a concorrência e o progresso do homem.


Triskle:


É um símbolo celta que representa as tríades da vida em eterno movimento e equilíbrio.
Exemplos:

* nascimento, vida e morte
* corpo, mente e espírito
* céu, mar e terra


Triquetra:


Termo latino que significa "três pontas".
É um símbolo sagrado, e tem muitos significados. Eles variam em seus aspectos de espírito, da natureza e do cosmos.


Tripla Espiral:


Representa o desenho dos três poderes da donzela, mãe e anciã.
É um sinal do poder feminino e, especialmente, o poder através de transição e de crescimento.


Três raios (Arwen):


O primeiro e terceiro raio deste símbolo representam a energia masculina e feminina (respectivamente).
O raio médio representa o equilíbrio de ambas as energias.
O símbolo de fogo Arwen é o símbolo com os 3 raios para baixo.


A Espiral:


Representa a energia etérea que irradia para fora (ou para dentro, dependendo da sua perspectiva) e também simboliza o crescimento, o nascimento e a expansão da consciência.


A Triluna:


 Representa os aspectos da Deusa; Virgem, Mãe e Anciã.

O símbolo começou a ser utilizado com o surgimento da  Wicca e das correntes New Age e neopagãs, e não possui relatos muito significativos entre povos antigos. Os antigos povos que adoravam deusas lunares comumente desenhavam círculos ou semicírculos (meia luas) como alusão a lua, mas não exatamente da forma como a triluna.

É atualmente muito usado pelas correntes neopagãs para simbolizar a polaridade feminina, tida como grande mãe, e seus aspectos de transformação em relação à lua, Virgem-lua crescente; Mãe – Lua Cheia e Anciã – Lua Negra. Serve como símbolo da Deusa e como um evocador de bênçãos da mesma.


Cinco vezes:


Esse padrão também representa o equilíbrio.
Os quatro círculos externos simbolizam os quatro elementos: terra, fogo, água, ar.
O círculo do meio une todos os elementos com o objetivo de alcançar o equilíbrio entre os quatro elementos ou energias.



Cruzes:


Representa a ponte ou a passagem entre o céu e a terra.
O círculo na cruz rodeado significa infinito amor espiritual.

Seres Elementais do Ar


No último discurso de Sócrates, tal como foi preservado no Fédon de Platão, o filósofo condenado à morte diz:

".....acima da Terra, existem seres vivendo em torno do ar, tal como nós vivemos em torno do mar, alguns em ilhas que o ar forma junto ao continente; e numa palavra, o ar é usado por eles tal como a água e o mar o são por nós, e o éter é para eles o que o ar é para nós. Mais ainda, o temperamento das suas estações é tal, que eles não tem doenças e vivem  muito mais tempo do que nós, e têm visão e audição e todos os outros sentidos muito mais agudos que os nossos, no mesmo sentido que o ar é mais puro que a água e o éter do que o ar.


Eles também têm seus templos e lugares sagrados em que os deuses realmente vivem, e eles escutam suas vozes e recebem suas respostas; são conscientes da sua presença e mantêm conversação com eles, e veem o Sol, a Lua e as estrelas tal como realmente são. E todas suas bem-aventuranças são desse gênero".


O elemento do Ar é muito importante para a manutenção da vida no plano físico, pois sem o ar, as pessoas não podem viver por qualquer período de tempo. A atividade benéfica do ar é sentida na brisa tépida ou fresca, onde quer que ela seja solicitada. O ar constitui também o meio de acionar barcos e navios em oceanos e mares, bem como aviões. Vemos sua atividade destruidora nos furacões, ciclones, tempestades.

Nos ventos, nas brisas, na nossa respiração... Sentimos o sopro de vida vindo do Universo.

O ar é um fio condutor que nos une ao Grande Pai e a Grande Mãe. Ao nascer, nós iniciamos este ritual da respiração: inspirar e expirar, onde a vida e a morte se encontram continuamente, ensinando-nos a lição mais importante no ato de viver que é compreender a própria morte como parte inseparável da vida.


Elementais do ar são os que reinam pelo ar e ventos. São os silfos (silfídes), fadas e hamadríades. Eles são os mais elevados de todos os elementais, já que seu elemento nativo é o de mais alta taxa vibratória. Vivem centenas de anos, frequentemente atingem um milênio de idade e nunca parecem envelhecer.



Hamadríades - Estes seres do ar estão ligados aos espíritos da natureza, especificamente às árvores, onde fazem a sua morada permanecendo ligados desde o nascimento até a morte. Na sua forma natural, irradiam um amarelo-esverdeado, podendo ser percebidos pelo homem, por sua luz delicada e um  brilho levemente cintilante.




Fadas - As fadas são uma "espécie" de Devas dos vegetais e estão diretamente ligadas à terra e ao ar. Fisicamente são pequenas e ágeis, irradiando-nos um brilho luminoso esbranquiçado, lembrando-nos um núcleo, um bloco de energia pura. São elementais que têm percepções naturais da sensibilidade e da harmonia da vida. São leves e sutis a ponto de realizarem trabalhos minuciosos, como o de preencher uma flor colocando-lhe as pétalas.


Silfos ou Sílfides- Estes elementais reinam no ar, nos ventos, sendo os que mais se assemelham aos anjos. Têm uma capacidade intelectual sensível, chegando a favorecer o homem na sua imaginação. São  reconhecidamente belos, assumindo vários tons de violeta e de rosa. As lendas contam que são os sílfos que modelam as nuvens com suas brincadeiras, para embelezar o dia-a-dia do homem na Terra.


Para senti-los, basta respirarmos profundamente e chega-nos de pronto a sensação de um doce frescor no Ar.

Assim reconhecemos sua Natureza Divina, bem como o Fruto Abençoado de seu trabalho em prol de nosso Planeta.


Silfos podem desempenhar funções específicas relacionadas à atividades Humanas.

Vejamos alguns exemplos:

1- Silfos que atuam sobre nossos corpos sutis, para aliviar dor e sofrimento.
2- Silfos que atuam sobre nossos corpos sutis para estimular inspiração e criatividade.
3- Silfos que prestam auxílio à Crianças que acabam de fazer sua transição deste Plano.
4- Temporariamente alguns Silfos atuam como Anjos para conosco. O Fazem até estarmos melhor preparados p/ o encontro com nosso Anjo da Guarda.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Oração Celta do Amor


Que jamais, em tempo algum, o teu coração acalente ódio.
Que o canto da maturidade jamais asfixie a tua criança interior.
Que o teu sorriso seja sempre verdadeiro.


Que as perdas do teu caminho sejam sempre encaradas como lições de vida.
Que a musica seja tua companheira de momentos secretos contigo mesmo.


Que os teus momentos de amor contenham a magia de tua alma eterna em cada beijo.

Que os teus olhos sejam dois sóis olhando a luz da vida em cada amanhecer.
Que cada dia seja um novo recomeço, onde tua alma dance na luz.


Que em cada passo teu fiquem marcas luminosas de tua passagem em cada coração.

Que em cada amigo o teu coração faça festa, que celebre o canto da amizade profunda que liga as almas afins.


Que em teus momentos de solidão e cansaço, esteja sempre presente em teu coração a lembrança de que tudo passa e se transforma, quando a alma é grande e generosa.

Que o teu coração voe contente nas asas da espiritualidade consciente, para que tu percebas a ternura invisível, tocando o centro do teu ser eterno.


Que um suave acalanto te acompanhe, na terra ou no espaço, e por onde quer que o imanente invisível leve o teu viver.

Que o teu coração sinta a presença secreta do inefável!


Que os teus pensamentos e os teus amores, o teu viver e a tua passagem pela vida, sejam sempre abençoados por aquele amor que ama sem nome. Aquele amor que não se explica, só se sente.

Que esse amor seja o teu acalento secreto, viajando eternamente no centro do teu ser.
Que a estrada se abra à sua frente.


Que o vento sopre levemente às suas costas.

Que o sol brilhe morno e suave em sua face.



Que respondas ao chamado do teu Dom e encontre a coragem para seguir-lhe o caminho.
Que a chama da raiva te liberte da falsidade.

Que o ardor do coração mantenha a tua presença flamejante e que a ansiedade jamais te ronde.


Que a tua dignidade exterior reflita uma dignidade interior da alma.
Que tenhas vagar para celebrar os milagres silenciosos que não buscam atenção.

Que sejas consolado na simetria secreta da tua alma.
Que sintas cada dia como uma dádiva sagrada tecida em torno do cerne do assombro.
Que a chuva caía de mansinho em seus campos..
.

E, até que nos encontremos de novo...
Que os Deuses lhe guardem na palma de Suas mãos.
Que despertes para o mistério de estar aqui e compreendas a silenciosa imensidão da tua presença.


Que tenhas alegria e paz no templo dos teus sentidos.
Que recebas grande encorajamento quando novas fronteiras acenam.

Que este amor transforme os teus dramas em luz, a tua tristeza em celebração, e os teus passos cansados em alegres passos de dança renovadora.
Que jamais, em tempo algum, tu esqueças da Presença que está em ti e em todos os seres
.

Mulheres Celtas

A beleza das mulheres celtas foi decantada pelos autores clássicos.
Seu ar imponente, suas vestes e adereços deveriam fazer delas uma visão sem dúvida formidável aos olhos de gregos e romanos.
Orgulhosas, elas usavam joias em ouro, contas e pedras preciosas, e a igualdade de direitos lhes dava ainda mais força.


A sexualidade segundo os Celtas



A sexualidade não era algo de que os celtas se envergonhassem, pelo contrário: nas palavras de Diodorus Siculus:

 "elas geralmente cedem sua virgindade a outros e isto não é visto como uma desgraça: pelo contrário, elas se sentem ofendidas quando seus favores são recusados".

Jean Markale em seu livro La Femme Celte Mythe et Sociologienos explica que a sexualidade – principalmente a feminina -, era tratada com naturalidade, pois ela é inerente a natureza humana e não podia ser reprimida o que infelizmente, a partir do século V com a chegada do bispo Patrício e do cristianismo passou a receber a conotação pecaminosa, conceito imposto pelo cristianismo.



Numa sociedade onde a mulher é senhora de seu próprio corpo – ela percebe em si os ciclos da natureza, ela dá à luz homens e mulheres e, sabe que o seu corpo é a fonte de seu prazer como a de seu companheiro.


Há um grau de liberdade muito grande entre os celtas, já que a mulher pode dispor de seus bens, pode divorciar-se e pode ou não aceitar as concubinas do marido, podendo ela também – dependendo de sua riqueza e posição social manter amantes.

Na sociedade Celta, são atribuídas à mulher três funções: ela é a Transformadora, a Iniciadora e a Finalizadora.

É pela liberdade de poder vivenciar a sua sexualidade que ela pode:

Transformar: a vida, dando à luz e dando prazer a si e ao seu companheiro;
Iniciar: nas artes divinatórias, nas práticas sexuais e por fim ser a
Finalizadora: a que faz chegar ao prazer e a que conduz ao outro mundo.


A consciência do próprio corpo – o conhecimento profundo de cada parte, de cada ciclo, de cada ponto onde se pode obter prazer – era comum entre as mulheres celtas que quando sentiam desejo por um homem, lhe ofereciam prazerosamente, a "amizade de suas coxas".

Mas toda essa liberdade para amarem e viverem em plenitude a sua sexualidade advém de uma consciência e uma responsabilidade para consigo e para com os outros membros de sua comunidade, o que contrasta com a repressão vivida pelas mulheres ocidentais hoje.


A circularidade e visibilidade da mulher na sociedade celta eram naturais o que provavelmente chocou os cristãos que trataram de impor os seus conceitos: virgindade indispensável e repressão dos desejos e instintos sexuais femininos.

Toda essa vivência é definida por Markale que resume e define a mulher celta e a sua sexualidade desta forma:


"Se a mulher ocidental moderna não é livre, Isolda, Grainné e Deirdré eram mulheres livres. A mulher celta era livre porque agia com plena consciência de suas responsabilidades. E sendo livres eram capazes de amar, pois o amor era um sentimento que escapava a todas as contrariedades e a todas as leis surgidas da razão, sendo livres podiam amar."


As Sacerdotisas Celtas

Na sociedade celta existiam as sacerdotisas que exerciam um papel mais relevante que a dos sacerdotes e magos. Naturalmente os celtas eram muito apegados à fertilidade, ao crescimento da família e ao aumento da produção dos animais domésticos e dos campos de produção e isto estava ligado directamente ao lado feminino da natureza.
Também a mulher é mais sensitiva do que o homem no que diz respeito às manifestações do sobrenatural, do lado sagrado da vida, portanto é obvio que elas canalizassem mais facilmente a energia nos cerimoniais, que fossem melhores intermediárias nas cerimónias sagradas.

Sabemos que foi através da Mulher que os povos Celtas se organizaram. Algumas mulheres, sentindo em si mesmas o Espírito dos seus Ancestrais e dos Deuses divulgaram essa Mensagem tornando-se Voluspas. Leitora do Oráculo e seu eco místico, a Mulher tornou-se legisladora e, com isso, poderosa: a voz da Voluspa era a voz Divina que vinha do ventre da Terra e ecoava por todo o sistema cósmico.
 

E o que pensava a Igreja Católica a respeito das Mulheres Celtas?


 
O catolicismo não aceitava a religião celta, pois sendo uma religião descendente do tronco Judaico colocava a mulher como algo inferior, responsabilizando-a pela queda do homem, pela perda do paraíso. Na realidade o lado esotérico da religião hebraica baniu o elemento feminino já desde a própria Trindade. Todas as Trindades das religiões antigas continham um lado feminino, à excepção da hebraica.

A Igreja Católica, derivada do hebraísmo ortodoxo, também mostrou ser uma religião essencialmente machista e como tal lhe era intolerável a admissão de uma Deusa Mãe, mesmo que esta simbolizasse a própria natureza, tanto que para Igreja Católica, “seu” Deus é uma figura masculina.
Mesmo que o Catolicismo assumisse uma posição machista isto não foi ensinado e nem praticado por Jesus. Ele na realidade valorizou bem a mulher e, por sinal, existe um belíssimo evangelho apócrifo denominado "O Evangelho da Mulher". Também nos primeiros séculos do Cristianismo a participação feminina era bem intensa. Entre os principais livros do Gnosticismo dos primeiros séculos, conforme consta nos achados arqueológicos da Biblioteca de Nag Hammadi consta o Evangelho de Maria Madalena mostrando que os evangelistas não foram apenas pessoas do sexo masculino.

Sabe-se que o papel de subalternidade do lado feminino dentro do Cristianismo foi oficializado a partir do I Concilio de Nicéia no ano 325. Aquele concílio, entre outras intenções visou o banimento da mulher dos actos litúrgicos da igreja. Ela só podia participar numa condição de subserviência. 

Morgana Le Fay


Morgana Le Fay, sendo conhecida na Grã-Bretanha como Morgana das Fadas, dentre outros nomes, aparece nas histórias do Rei Artur.

O nome Morgaine tem origem celta e quer dizer mulher que veio do mar. Pode-se escrever Morgaine ou Morgan. As lendas baseadas nos contos do Rei Arthur acreditam que Morgana foi uma sacerdotisa da Ilha de Avalon, na Bretanha, meia-irmã de Arthur. É filha de Igraine, e Gorlois, Duque da Cornualha.

Morgana é treinada por sua tia Viviane na Ilha de Avalon para se tornar a Senhora do Lago ou como também é chamada Dama do Lago ou Senhora de Avalon. Morgana teve um filho de Arthur depois de um ritual sagrado (Beltane). Essa criança se chamava Gwydion, que após ir para a corte de Arthur toma o nome de Mordred. Mais tarde este seria um dos inimigos de Arthur. Mordred e Arthur matam um ao outro em um duelo pelo direito de ser o Grande Rei.

Morgana leva Arthur para Avalon, porém, ele morre ao avistar as praias da ilha sagrada. A lendária espada Excalibur é jogada no lago e Morgana leva seu corpo para ser enterrado em Avalon (em algumas histórias, o Rei Arthur, ferido em combate, é levado pela Dama do Lago a uma Avalon mística do além, paralela a real, onde Artur permanece retirado do mundo e para sempre imortal.

Depois a Ilha de Avalon se desliga quase por completo do mundo. E a Bretanha cai numa era negra nas mãos dos saxões.